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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Achei no Facebook

Porém se tratando desse maravilhoso aí, não é nada !


domingo, 1 de janeiro de 2012

Não queria começar com o título relacionado a 2011, impossivél


A sensação de recomeço é que se sobressai nessa época, também é apenas no mês de janeiro, depois as pessoas se tocam de que o ano mudou mais lá no fundo a gente ainda é os mesmo, com as mesmas coisas. Os mesmo sentimentos. Infelizmente ou felizmente.
Traçamos planos e metas, tracei planos e metas e sim eu sei muito bem de todos os pesares e os malefícios de trocar o sol pela lâmpada incandescente, que também é apenas em algum ponto de vista, mas também sou capaz de perceber a sensação de liberdade que existe quando eu coloco na minha mente que o ano começo e que tudo se encaminha para que dessa vez eu tente ser uma pessoa melhor.
Vai ser melhor assim, te esquecer, mudar e viver a minha vida. Do mesmo modo percebo que o inicio de ano é propicio para mudar o intimo, mais já começo falando de você no dia 1 de janeiro? Não é justo, não pra mim. É no meu quarto quietinha que eu tento encontrar tudo aquilo que eu perdi achando que, ao te encontrar, eu não precisaria de mais nada.
Analisando foi pouco, tudo que foi feito, tudo que foi dito, foi pouco.
Infelizmente.
Eu ainda carrego lembranças de um ano que passou e essas lembranças não vão ser fáceis de esquecer eu sei o que é uma coisa boa! Porém minha maior meta é mudar. E, eu desejo do fundo do coração pra todas aquelas pessoas que lerem esse post hoje:
Um ótimo ano, que SUAS metas também possam ser realizadas que tudo de certo e que cada um tenha o que mereça e que aconteça tudo o que tiver que acontecer na vida de todos.
Feliz ano novo.
Deixo aqui um recadinho sobre a minha tal meta!
Que passe o tempo. Que ele escreva as linhas e deixe para mim somente a prazerosa função de pontuar frases. Muitas exclamações, algumas interrogações e apenas um ponto final, que eu deixei reservado para ti. Faze o que quiseres com ele. É teu.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Seja Feliz

Recebi este texto pela internet com autoria desconhecida. Estou coloco-o aqui para profunda reflexão.


Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: - 'Seu marido a faz feliz? Ele a faz feliz de verdade?
Neste momento, o marido levantou seu pescoço,demonstrando total segurança.
Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro 'NÃO', daqueles bem redondos!
- 'Não, o meu marido não me faz feliz'! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).
- 'Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz'. E continuou:
- 'O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental.
E assim eu poderia citar uma lista interminável. Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de 'experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza.
Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos. Amo a vida que tenho mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos'.
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.

SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém o tenha machucado, magoado, mesmo que alguém não o ame ou não lhe dê o devido valor.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dica da semana

Eu já contei que estudo Jornalismo? Já devo ter contado! Isso é um orgulho pra mim! :)

Segunda-feira, “volta as aulas” tive uma palestra sobre a série do” Diários Secretos” da globo (RPC), a grande reportagem ganhou o prêmio ESSO de jornalismo- nacional (não sei se alguém aí conhece essa série), com a jornalista Kátia Brembatti. Enfim, eu não achei a palestra muito interessante no começo, porém depois que fiquei sabendo da experiência da moça, força de vontade e todas as coisas realizadas, fiquei amando.
A grande jornalista, me ganho quando explico o porquê decidiu fazer jornalismo (...) “não conseguiria ter um trabalho normal, onde as pessoas voltam pra casa e não sabem com o que contribuíram para a sociedade, eu preciso sair da minha casa e fazer algo pro mundo e para as pessoas a minha volta, se não, não vejo lógica, não desmerecendo outras profissões ou trabalhos mais pra mim não serviria (...)” Era isso que eu queria dizer desde o começo. Bom ela ganhou mais uma fã :P
Por que eu to contando tudo isso? Por que a moça faz um jornalismo diferenciado, inclusão social blá blá blá, admiro essas pessoas que fazem coisas que outras curtem e apóiam saca, quero ser assim.
Vamos pular para a parte em que eu quero chegar, o nome dele é Hallorino Júnior, Tibagi, não me recordo de quantos anos, o cara é empenhado, tentou ser meu colega de profissão no começo do ano, mas a minha faculdade começou de putaria e no final não deu certo. Desistir? Não se encaixaria para o homem vulgo Billa, agora ele faz publicidade, e alem da publicidade ele tem uns vídeos muito engraçados no Youtube, alguns por zuera (no meu ponto de vista), porém outros tratam de assuntos muito bacanas que se tocamos dando risada. O riso é a melhor maneira eu tenho certeza.
O Billa é um cara que faz diferença no mundo, sabe aquelas pessoas que fazem a sua parte, ajudam participam não pensa no fim lucrativo disso tudo? Aquelas pessoas que tem luz? Muita capacidade e sabe usufruir melhor ainda da mesma?
Ah, eu não to exagerando, como dizem: Vejam com seus próprios olhos, hahaah
O vídeo que eu destaquei foi o da entrevista de emprego, a mensagem muito legal, e o vídeo engraçadíssimo! Parabéns mesmo Hallorino Júnior e envolvidos.


Conheça mais :
@HallorinoJr


È isso aí gente, beeeeijo

sexta-feira, 22 de julho de 2011

De longe


A que mais gosto!

terça-feira, 19 de julho de 2011

forma desordenada

Tenho há menos de um ano, um net surrado, dotado de um esturricado HD. Ao longo desse tempo, fui baixando músicas,criando textos, fazendo inúmeras coisas até que o espaço está acabando, consequentemente me obrigando a fazer um backup.

Por "backup" entenda-se salvar em outro lugar os arquivos que a gente não precisa mais, mas não tem coragem de deletar pra sempre. E foi aí que percebi: eu nunca daquelas que ficam pensando durante horas o que escrever. É muito mais a minha cara sentar a mão nas teclas de forma desordenada, no melhor estilo Chico Xavier.
Quem acompanha meu empoeirado blog sabe muito bem disso.
Eu gosto de escrever sem pensar, para refletir depois, quando já estiver publicado. Já cansei de vasculhar os arquivos antigos e, por meio dos meus textos, revisar cada segundo de um passado que eu poderia ter esquecido.
Minha mente se preocupa com cada vez mais coisas, e eu preciso de um backup. Por isso vejo na escrita a solução. Ela é meu backup. É como se eu tirasse da cabeça um momento, uma história, assim abrindo espaço para muitos outros momentos, mais intensos e melhores do que os antigos. E, se minhas sinapses falharem algum dia, lá estarão meus relatos para refrescar minha memória.
Portando, se algum dia você perceber que sua cabeça está cheia de histórias, dilemas, problemas a serem resolvidos, talvez seja a hora de você fazer o seu backup, ou melhor, escrever um pouco, para descarregar um pouco disso tudo. E se for uma história triste, sempre teremos a opção de mandar tudo pra lixeira."
Só não me venha com saudades, é o sentimento de quem se apega ao físico e ao tátil... Quando não se tem mais o tangível, o "tocável".

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Eu queria estar no seu lugar! Mas não estou.